O bilionário Bill Gates, antigo CEO da Microsoft, fez uma publicação em seu blog recentemente e comparou o coronavírus com uma guerra mundial. De acordo com o filantropo, a pandemia compartilha diversas características com um conflito de grande porte e “ninguém esquecerá” do ocorrido.
Segundo comenta Gates, o período de desafio trazido pelo coronavírus obriga a humanidade a desenvolver novas tecnologias e soluções, assim como aconteceu no final dos principais conflitos da humanidade. Apesar das similaridades, o filantropo aponta que existe uma grande diferença entre a guerra e a pandemia: na luta contra o vírus, todas as nações estão do mesmo lado.
Fonte: Bill Gates/Twitter
“A pandemia de coronavírus coloca toda a humanidade contra o vírus. Os danos à saúde, riqueza e bem-estar já foram enormes”, explica o filantropo, em postagem no blog Gates Notes. “É como uma guerra mundial, exceto que, neste caso, estamos todos do mesmo lado. Todos podem trabalhar juntos para aprender sobre a doença e desenvolver ferramentas para combatê-la.”
Avanços na medicina
De acordo com Gates, a união dos países em prol do combate ao coronavírus garantirá grandes avanços na área médica, incluindo em testes, vacinas e medidas para conter a proliferação de doenças. O filantropo também aponta que é importante respeitar as medidas de contenção e manter o isolamento social para evitar que mais pessoas fiquem doentes, principalmente após o número de casos parar de crescer exponencialmente.
Wikimedia Commons Segundo o ex-comandante da Microsoft, a sociedade deve mudar “gradualmente” para evitar uma segunda onda de crescimento da covid-19. “As pessoas ficarão surpresas ao saber que, em muitos lugares, iremos de hospitais sobrecarregados em abril para muitas camas vazias em julho”, explica o filantropo. “No entanto, à medida que o comportamento volta ao normal, alguns locais com grupos de infecções devem retornar ao crescimento exponencial. A imagem será mais complexa do que é hoje, com muita heterogeneidade.”
O executivo também explica que, para que a sociedade volte ao normal com segurança, é necessário que um tratamento com “95% de eficácia” seja desenvolvido. Até isso acontecer, o filantropo indica que as pessoas não devem baixar a guarda.
Fonte:TecMundo








