Em entrevista coletiva nesta segunda-feira (30) o ministro da Saúde, disse que o país não precisa de “lockdown” absoluto, se referindo a paralisação geral imposta por governadores e prefeitos.
Ele também afirmou que as medidas tomadas serão sentidas “na próxima quinzena” e que a paralisação de duas semanas irá resultar em “frutos lá na frente”.
“Quando você para hoje, o que você fez nos 14 dias anteriores é que reflete nas suas duas semanas para frente. Essa paralisação de duas semanas – você vai colher os frutos lá na frente”, disse.
O ministro também defende o “distanciamento social”, mas sem o “isolamento absoluto”, lembrando que isso não acontece no Brasil, pois há um grupo de pessoas circulando nas ruas. “Não estamos ainda em lockdown absoluto”, disse.
“Eu vejo o grande divisor é: temos uma onda na saúde, temos uma onda na economia. Parece que é consenso de todos que fazer um lockdown absoluto da sociedade brasileira, neste momento, não é o que a gente tá precisando. Porque a gente vai ter muito problema na frente”, concluiu.
Fonte:GospelPrime








