O Congresso Nacional derrubou na quarta-feira (11) o veto do presidente Jair Bolsonaro a um projeto de lei que eleva o limite de renda para concessão do Benefício de Prestação Continuada (BPC).
Com isso, pessoas com mais de 65 anos ou com deficiência que tenham renda familiar per capita inferior a meio salário mínimo (R$ 522,50 hoje), terão direito ao benefício. Hoje, a renda familiar per capita é sobre um quarto de salário (R$ 261,25).
O impacto financeiro para o governo será de R$ 20 bilhões por ano, segundo o Ministério da Economia. E, pode chegar a cerca de R$ 23,3 bilhões em 2029.
Na avaliação do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), a derrubada “mais atrapalha do que ajuda”, por causa das consequências orçamentárias.
Para o deputado evangélico Sóstenes Cavalcante (DEM-RJ), apoiar a derrubada é um “mandamento cristão”. Ele afirmou ao Gospel Prime que, como cristão, “os deficientes e idosos sempre terão prioridade” em seu mandato.
Cavalcante assegura que R$ 250,00 reais a mais no orçamento dessa classe é “mais do que justo”, pois, é preciso “agir com misericórdia aos mais necessitados”. Também
O deputado também cobrou mais empenho do governo em sua política social
Fonte:GospelPrime








