A procuradora-geral da República nomeada, Raquel Dodge, anunciou nesta segunda-feira (11/9) os nomes de nove indicados para compor sua futura gestão à frente do Ministério Público Federal (MPF). Raquel toma posse na segunda-feira, 18. Desta vez, foram divulgados os secretários da Função Constitucional, de Direitos Humanos e de Defesa Coletiva, e de Comunicação Social, além da nova chefia de gabinete e de integrantes do Grupo de Trabalho (GT) da Lava-Jato. As informações foram divulgadas pela Secretaria de Comunicação
Assim como ocorreu na escolha dos primeiros integrantes da equipe, Raquel levou em conta “aspectos como a especialização jurídica, o conhecimento dos problemas do país e a experiência profissional dos indicados e a participação profissional feminina”.
Outro ponto considerado nas escolhas foi o cumprimento à Resolução 177/2017, do Conselho Superior do Ministério Público Federal, que limita em 10% o porcentual de membros de uma mesma unidade que podem ser desonerados de seus ofícios para atuar em outras funções institucionais.
A Secretaria de Direitos Humanos e Defesa Coletiva será ocupada pelo procurador regional da República André de Carvalho Ramos, com desoneração parcial, no modelo desconcentrado em São Paulo.
Já a Secretária da Função Constitucional terá à frente o subprocurador-geral da República Paulo Gustavo Gonet Branco, que já exerce funções perante o Supremo Tribunal Federal.
Para chefe de gabinete, foi indicada a procuradora da República Mara Elisa de Oliveira, lotada em Petrolina (PE), onde exerce a chefia administrativa da unidade.
A secretaria de Comunicação Social será ocupada pela servidora do Ministério Público Federal, Dione Tiago, com 22 anos de experiência na área de jornalismo.
“Com os novos anúncios, fica consolidada a valorização tanto da função criminal como das funções Constitucional e de Defesa de Direitos Humanos, que passam a ter secretarias próprias”, destacou a Secretaria de Comunicação Social.
Raquel Dodge explica que as alterações visam dar “mais equilíbrio à atuação institucional, fortalecendo todas as áreas de trabalho do MPF, além de garantir maior atenção a problemas e situações que afligem a população brasileira”.
“As mudanças buscam o aprimoramento, sempre reconhecendo o êxito das gestões anteriores. Essas mudanças só têm sentido porque visamos melhorar o resultado do trabalho que entregaremos à sociedade”, enfatiza Raquel.
Agência Estado








