Enquanto a mídia do governador Renan Filho mostra na televisão, no rádio, nos jornais e nos sites o avanço da saúde pública anunciando a construção de quatro novos hospitais em Alagoas até o final do seu primeiro mandato, existe o contraponto no Hospital Geral do Estado e na Santa Mônica. Em ambos, foram investidas fábulas de recursos federais na sua recuperação, mas os serviços e nesses hospitais continuam ganhando espaço nas redes sociais.
No HGE, as chuvas que caíram nesses quinze dias provocaram um caos tremendo no prédio, que passou por grande reforma há pouco tempo. Há goteiras por todos os lados. A enfermaria pediátrica e nos corredores. Não está fácil por lá. A equipe técnica trabalha caindo água por todo lugar onde tem mais duas enfermarias fechadas, com ameaça do teto desabar. As mães que tem filhos internados estão desesperadas. Seria importante uma visita surpresa do governador para sentir que é preciso reformar urgentemente a pediatria do hospital.
Não existe Oposição na Assembleia Legislativa de Alagoas para se criar uma comissão a fim de constatar in loco o que está ocorrendo no HGE, com pacientes, médicos e todos que lá trabalham correndo perigo e risco de vida. A equipe de engenheiros passa e constata a possibilidade de desabar, no entanto, nenhuma providência é feita para solucionar o problema.
Quem sai do HGE e chega na Santa Mônica, a situação de não é diferente. Uma parte da enfermaria recém reformada se encontra fechada.
No Samu Maceió, as ambulâncias deixaram de circular por falta de material de limpeza, principalmente hipoclorito – e ainda do torpedinho vermelho – mais conhecido com oxigênio-móvel para atender os pacientes de acidentes nas ruas.
Esse é o quadro que o alagoano não assiste na midía de imprensa bem feita pelos corneteiros do Palácio Zumbi dos Palmares, que se preocupam apenas em blogs chapa branca em tentar defestrar a gestão do tucano Rui Palmeira – principal adversário do peemedebista Renan filho – que tem feita uma gestão austera sem nenhuma denúncia de irregularidade com dinheiro público ou má gestão nas obras.
No Palácio preferem – os amigos do Rei – orquestrar um grupo de servidores chapa branca utilizando computadores do governo com um só objetivo: atacar o tucano Rui Palmeira ou seus aliados mais visados no bombardeio, o ministro Mauricio Quintella e o senador Benedito de Lira.
Nem o aliado pemedebista Marx Beltrão – sério candidato a senador – todas as vezes que postam retrato dele com Rui e Quintella é alvo de torpedos nos blogs chapas brancas financiados com verba governamental.
Bernardino Souto








