As principais centrais sindicais do País marcaram uma nova greve geral para o dia 30 de junho, data que cai em uma sexta-feira. Além de cobrar a saída do presidente Michel Temer (PMDB) e a convocação de eleições diretas, os movimentos protestam contra as reformas trabalhista e da Previdência, que estão em tramitação no Congresso.
A decisão pela organização da greve geral foi tomada por grupos como CUT (Central Única dos Trabalhadores), Força Sindical, CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil), e UGT (União Geral dos Trabalhadores), entre outros.
“As centrais sindicais irão colocar força total na mobilização da greve em defesa dos direitos sociais e trabalhistas, contra as reformas trabalhista e previdenciária, contra a terceirização indiscriminada e pelo #ForaTemer”, diz nota publicada pelos movimentos sindicais nesta segunda-feira (5).
No dia 20 de junho, as centrais prometem realizar um ato de “preparação” para a greve, com o objetivo de chamar a atenção da população e aumentar a pressão contra o governo e os parlamentares.
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