Trabalhadores sem-terra estão acampados na Praça Sinimbu, no Centro de Maceió, para iniciar a Jornada Nacional de Lutas pela Reforma Agrária em Alagoas. Cerca de 3 mil pessoas estão acampadas e que pretendem seguir em marcha pela região central da cidade na manhã desta segunda-feira (17).
Roberto, da direção nacional do MST (Movimento Sem Terra), afirma que a pauta da violência está ainda mais atual no campo brasileiro, “passados 21 anos de Eldorado, os massacres continuam acontecendo no campo. O latifúndio e o agronegócio continuam assassinando e ameaçando trabalhadores e trabalhadoras rurais, indígenas e quilombolas”.
Dados do relatório Conflitos no Campo da Comissão Pastoral da Terra (CPT) aponta o ano de 2016 como um dos anos mais violentos no campo, com maior número de assassinatos em conflitos dos últimos 13 anos, 61 assassinatos – 11 a mais que no ano anterior, quando foram registrados 50 assassinatos.
Além do MST, participam da Jornada a Comissão Pastoral da Terra (CPT), o Movimento de Libertação dos Sem Terra (MLST), Movimento de Luta pela Terra (MLT), Movimento Unidos pela Terra (MUPT), Movimento Terra Trabalho e Liberdade (MTL), Terra Livre e o Movimento Via do Trabalho (MVT).
Redação com Assessoria








