Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro de Israel, afirmou que um cessar-fogo definitivo na Faixa de Gaza só ocorrerá com a extinção do grupo militante Hamas. A declaração ressalta a postura firme de Israel em relação à organização durante o conflito. Enquanto isso, representantes do Hamas reiteram a intransigência e descartam a possibilidade de libertar reféns enquanto o confronto persistir.
Negociações ocorreram no Cairo, com a presença de um importante oficial do Hamas, buscando um possível cessar-fogo em troca da libertação de reféns. No entanto, nenhum acordo foi alcançado.
O número de mortos na Faixa de Gaza, liderada pelo Hamas, ultrapassou 20.000, segundo o Ministério da Saúde do enclave, gerando uma crise humanitária. Enquanto países ocidentais pressionam Israel por ações mais cirúrgicas, o secretário de Estado dos EUA, Anthony Blinken, questiona a ênfase internacional apenas em Israel, sem exigir do Hamas a libertação de reféns e o desarmamento.
Fonte: pensandodireita.








