Com base nos documentos da investigação que tem como alvo o ex-presidente Jair Bolsonaro, seus familiares e ex-assessores, há uma comprovação de que a quebra de sigilo ordenada por Alexandre de Moraes, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), expôs detalhes do gabinete presidencial.
Em 2021, uma das quebras de sigilo permitiu que a Polícia Federal tivesse acesso à nuvem de armazenamento de absolutamente todas as conversas de Mauro Cid, tenente-coronel e ajudante de ordens do ex-presidente. A partir daí, Alexandre de Moraes concedeu novas permissões de quebra de sigilo de outras 13 pessoas e 1 empresa.
Fonte: pensandodireita








