O Governo Federal, através do Ministério do Desenvolvimento Regional, reconheceu situação de emergência em Pilar, na região metropolitana de Maceió, por causa da subsidência e do colapso do solo, que abriram enormes rachaduras na cidade. A decisão foi publicada nesta quarta-feira (31), no Diário Oficial da União.
Um vistoria realizada pelo Serviço Geológico do Brasil (SGB-CPRM) concluiu que ao menos três áreas vistoriadas em Pilar apresentam grau de risco geológico muito alto.
As rachaduras surgiram em casas e imóveis no início do mês após fortes chuvas. Com medo, famílias do bairro Padre Cícero deixaram suas residências.
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Rachadura em terreno de casa na cidade de Pilar, Alagoas — Foto: Reprodução/G1
O relatório da CPRM apontou que as rachaduras foram causadas por movimentos de massa. O fenômeno natural é potencializado pela ação da água e passa por um processo de rastejo, que pode promover destruição nas construções.
A cidade do Pilar fica a 34 km de distância de Maceió, onde também surgiram rachaduras nos bairros do Pinheiro, Mutange, Bebedouro e Bom Parto. Na capital, o problema foi relacionado à mineração realizada pela Braskem.
Até a última atualização desta reportagem, não havia indicativo de que as rachaduras na capital tenham relação com o fenômeno de Pilar.
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Rachadura em parede de residência na cidade de Pilar, Alagoas — Foto: Reprodução/G1
Fonte: G1








