O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Luís Roberto Barroso, cometeu um duplo ato falho ao comentar as eleições portuguesas realizados no último domingo (30/01). Barroso foi ao Twitter comentar que participou como observador do processo eleitoral português e, além de na conseguir esconder sua empolgação com a vitória socialista, elogiou a organização do pleito que opera com a cédula de papel.
Há poucos meses, porém, o Ministro mandou o decoro às favas e fez lobby junto a deputados e senadores brasileiros contra o voto auditável no Brasil, que consistia no voto eletrônico com um “backup” impresso, para conferência em caso de suspeita de fraude.
O ministro socialista fez uma grande campanha contra o voto auditável alegando que tratava-se de retrocesso o voto ser registrado também em papel. Porém, a avaliação dele do sistema português revela uma grande contradição com a sanha que demonstrou recentemente para derrubar a hipótese do voto auditável no Brasil.








