Alagoas fechou o segundo trimestre de 2021 com uma das maiores taxas de desocupação do país. 18,8% da população do estado com 14 anos ou mais estavam sem trabalho no período. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (31) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) revela que apenas os estados de Pernambuco (21,6%), Bahia (19,7%) e Sergipe (19,1%) tiveram desempenho pior que o de Alagoas, que ficou com a 4ª maior taxa de desocupação.
A variação não foi significativa em relação ao primeiro trimestre, mas, quando observados os números absolutos, o estado passou de 254 mil desocupados em janeiro, fevereiro e março para 246 mil em abril, maio e junho.
Quando observada a taxa do segundo trimestre em 2020, contudo, houve um aumento de aproximadamente 25% no desemprego.
O levantamento mostra também o valor do rendimento médio da população, que em Alagoas foi de R$ 1.652 no segundo trimestre. Não houve variação significativa no comparativo com o segundo trimestre de 2020 ou com o primeiro trimestre de 2021.
Mais pessoas trabalhando com ou sem carteira assinada
Em relação ao setor privado, a pesquisa mostra que houve aumento no número de trabalhadores com carteira assinada e sem carteira assinada no primeiro trimestre de 2021.
Entre os contratados em vagas formais, o aumentou foi de 30 mil pessoas (12,6%) em relação ao mesmo período do ano anterior. Quando comparado com o primeiro trimestre de 2021, a variação foi de -1,4%, configurando estabilidade.
Já o aumento das pessoas trabalhando em vagas informais, sem carteira assinada, foi de 27 mil pessoas (21,8%) em relação ao mesmo período do ano anterior, mas também sem variação significativa na comparação com o primeiro anterior.
fonte: G1








