A seringa utilizada pela técnica de enfermagem que não aplicou a vacina de Covid-19 em uma idosa e mais 118 seringas descartadas na caixa de materiais infectantes usada pela profissional começaram a ser examinadas, nesta terça-feira (3), por peritos criminais do Laboratório Forense do Instituto de Criminalística de Alagoas (IC). O Ministério Público de Alagoas (MP-AL) pediu que a polícia apure se técnica cometeu crime.
De acordo com a diretora do laboratório, Rosana Coutinho, a caixa coletora, que serve para descartar materiais perfurantes e cortantes foi lacrada pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS) antes de ser entregue ao Instituto de Criminalística.
A perita criminal Bárbara Fonseca começou a análise contabilizando as seringas e agulhas descartadas, e constatou que apenas uma possuía líquido da vacina.
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Instituto de Criminalística de Alagoas analisa 119 seringas utilizadas em vacinação de idosos em Maceió — Foto: Assessoria/Perícia Oficial de Alagoas
Os peritos também analisaram o funcionamento do êmbolo da seringa que continha o líquido.
“No primeiro exame, constatamos que no interior da caixa estavam depositadas 119 unidades de seringas usadas e descartadas. Desse total, apenas uma dessas seringas possuía líquido em seu interior”, disse.
“O objetivo desse segundo exame foi averiguar a correta adequação da seringa quanto à expulsão do líquido, contido em seu interior,” disse a perita criminal.
Após concluir as análises, a perita vai elaborar o laudo, que vai fazer parte do inquérito policial sobre o caso.
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Peritos criminais de Alagoas recebem caixa coletora com seringas e agulhas utilizadas na vacinação contra a Covid-19 em Maceió — Foto: Assessoria/Perícia Oficial de Alagoas
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Peritos criminais de Alagoas analisam caixa coletora com seringas e agulhas utilizadas na vacinação de idosos em Maceió — Foto: Assessoria/Perícia Oficial de Alagoas
Fonte: G1








