Rodrigo Mudrovitsch, jurista brasileiro indicado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, assumiu a presidência da Corte Interamericana de Direitos Humanos. A nomeação ganha peso em meio ao cenário de crescente judicialização da política no Brasil e críticas internacionais a decisões do STF.
A Corte Interamericana tem competência para analisar denúncias de violações de direitos fundamentais cometidas por Estados signatários, incluindo liberdade de expressão e devido processo legal.
Nos bastidores, a ascensão de Mudrovitsch é vista como um movimento estratégico que pode ampliar o debate internacional sobre excessos institucionais no Brasil.
A presença de um nome indicado por Bolsonaro no comando da Corte reacende expectativas na base conservadora sobre a possibilidade de pressão externa contra arbitrariedades jurídicas.
MINHA OPINIÃO
Isso não é coincidência nem detalhe técnico — é estratégia.
Enquanto o sistema interno se fecha, o tabuleiro internacional se torna uma via legítima de reação.
A presidência de Mudrovitsch pode fortalecer a narrativa de perseguição política contra Bolsonaro.
É um movimento que expõe abusos, rompe o isolamento e coloca o Brasil sob observação global.
Quem subestima isso, não entende como o jogo de poder realmente funciona.
FONTES
CNN Brasil | Informações institucionais da Corte Interamericana | Histórico da indicação por Jair Bolsonaro @patriotasdm








