O vídeo é um grito que deveria constranger qualquer autoridade: uma mulher relata que o pai está há 20 dias internado no Hospital do Coração, aguardando um marcapasso. Ela diz que o procedimento envolve risco de vida, mas o equipamento/insumos não estariam sendo disponibilizados. E faz uma denúncia ainda mais grave: “ele não é o único” haveria outros pacientes na mesma espera. 💊 No mesmo relato, ela menciona falta de insumos e medicação. Se isso se confirma, não é “problema administrativo”.
É o básico faltando onde não pode faltar: na beira do leito. 🚨 E é aqui que a indignação vira pergunta pública: como um Estado que lida com vidas permite atraso de marcapasso e falta de insumos, ao mesmo tempo em que a Polícia Federal e a CGU investigam irregularidades na Saúde? A Operação Estágio IV, deflagrada em 16 de dezembro de 2025, apura indícios de favorecimento em contratos emergenciais na Sesau entre 2023 e 2025. Segundo a própria PF, as contratações diretas investigadas somam quase R$ 100 milhões.
A CGU também informa medidas judiciais e cumprimento de mandados em municípios de AL e outros estados.  📣 Na Assembleia Legislativa, em 17 de dezembro de 2025, houve pronunciamento citando que a PF estaria apontando desvio de mais de R$ 100 milhões na pasta da Saúde.
 🧩 A conta é simples e cruel: quando dinheiro público vira suspeita, o que falta no hospital não é “peça”, é dignidade. Se um marcapasso não chega, se um medicamento some, se o insumo vira “aguarde”, quem paga não é gabinete: é o povo. ⚖️ Importante: o vídeo é um relato. Já há investigação é oficial. O que a população exige agora é transparência e providência, porque saúde não é palco de conveniência política.








