O CSA apresentou nesta quinta seu novo centroavante. Ex-Hong Kong Pegasus, Nilson chegou a Alagoas na semana passada, vem treinando no Nelsão e disse na coletiva que, mesmo regularizado, não vai jogar contra o Sampaio Corrêa, no próximo sábado. Precisa de mais tempo.
– Nós conversamos ontem com a equipe de fisiologia e os preparadores físicos, e eles acharam melhor nesse primeiro momento, no próximo jogo, me segurar, para fazer mais uns trabalhos específicos e na próxima próxima, contra o Vila Nova, já está à disposição. Acredito que essa semana cheia vai me ajudar a chegar perto do meu ideal.
Nilson tem 30 anos e explicou como está o seu condicionamento físico.
– Eu fiquei dois meses, inclusive agora, parado devido à janela de transferência ter fechado depois do último jogo que eu fiz lá em Hong Kong. Desde quando cheguei ao Brasil, procurei manter a parte física o mais próximo do ideal para que no clube que fosse não tivesse tanta dificuldade. Infelizmente, eu tive Covid, fiquei por volta de 20 até poder voltar aos treinamentos e deu um pouco de tempo. Mas estou muito motivado, com vontade de dar a voltar por cima, mostrar meu potencial e espero colher os frutos até o final do ano.
Nilson jogou com o meia-atacante Marquinhos no Hong Kong e vai trazer esse entrosamento para o CSA, dentro e fora de campo. Ele falou um pouco sobre suas características.
– Sou um característico nove, aquele que fica no último terço para finalizar. Tenho a característica de estar brigando o tempo todo com o zagueiro, incomodando, fazer sempre aquele pivô, para quem vem em velocidade das laterais, o próprio meia. E realmente eu espero que, dentro dessa posição, com a equipe leve que nós temos, espero que, nas oportunidades que tiver, possa fazer os gols e ajudar o CSA.
O centroavante disse que sabe da responsabilidade de defender o CSA e espera fazer sucesso em Alagoas.
– Estou muito feliz e motivado. O Brasil era meu primeiro plano, voltar, jogar a Série B e ir bem e nada melhor do que chegar a uma equipe tão grande como o CSA, com uma camisa de peso. Eu sei da cobrança que vou ter, e isso é bom, me motiva para treinar mais e mais. A China é um futebol muito leve, que você tem que correr muito. A gente teve uma preparação muito boa e a readaptação não creio que vá ser difícil. O mais rápido possível eu estarei adaptado.








