A vitória do CSA contra o Londrina foi marcada pelo gol de falta assinalado pelo meia Gabriel. Esse, aliás, foi o terceiro do time desta forma na temporada. Os outros dois foram marcados pelo zagueiro Fabrício, no Campeonato Alagoano e na Copa do Brasil.
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Gabriel comentou o gol e justificou porque tem se tornado cada vez mais raro balançar a rede em cobranças de faltas.
– O jogo quando era muito difícil e tinha um cobrador de falta, o cara pedia pra cavar uma falta ali perto e já sabia que a chance de gol era muito grande. Mas hoje o futebol tá muito apertado, a parte física tá tomando conta e, às vezes, tem que segurar o jogador, senão o cara machuca. E o cara não treina como os grandes cobradores treinavam antigamente. Temos alguns grandes cobradores no Brasil, mas acho que muito menos do que antigamente.
Gabriel admitiu não ser um grande batedor de falta, mas revelou o motivo de ter assumido a responsabilidade no lance do gol na última partida.
– É um fundamento que eu não domino, não sou cobrador de falta e nem treino muito. Mas, no jogo, eu fui feliz, confiei e a bola tava perto. A gente costuma treinar finalização ali da entrada da área e eu sabia que se eu conseguisse colocar rasteiro ali no canto do goleiro, seria muito difícil pra ele, porque a chapa pega forte e não dá tempo de chegar, ainda mais o César, que é muito alto.
“Eu não sou um exímio cobrador de faltas, mas se aparecer, a gente tenta colocar pra dentro”.
No elenco atual, o CSA conta com outros jogadores que vão bem em cobranças de falta: o zagueiro Fabrício, o volante Geovane e o Nadson são batedores. Recentemente, o meia Renato Cajá foi contratado e deve assumir até a função. Ele se destaca justamente na bola parada.
Nos últimos anos, o CSA teve poucos batedores de falta. O último jogador a assumir a função foi o lateral-esquerdo Rafinha. Antes, Daniel Costa cumpria muito bem essa função na equipe.
fonte:g1








