Imagens de um ‘cemitério’ de carros elétricos na China viralizaram nesta semana, levantando uma série de especulações. O país se tornou uma referência no processo de fabricação e comercialização dos carros elétricos, mas as imagens colocam em pauta uma grande dúvida que os céticos ainda tem sobre o assunto. Trata-se dos custos de manutenção das baterias ao final da vida útil dos carros.
Mas um fato ajudou na viralização das imagens do ‘cemitério’ de carros elétricos é que muitos deles parecem novos, ou ao menos em excelente estado de conservação.
Lá estão modelos como Geely Kandi K10 EV, o Neta V e BYD, cuja produção é recente. Muitos ainda mantém os plásticos cobrindo seus assentos.
Teorias do ‘cemitério’
Uma das teorias levantadas por especialistas é de que o ‘cemitério’ de carros elétricos na China possam estar encobrindo um grande esquema de manipulação dos números de vendas do segmento.
Por lá, quanto maior for a produção, mais carros são contados nos relatórios enviados pelas empresas ao governo da China para recebimento de subsídios.
Outro ponto chave da discussão envolvendo os ‘cemitérios’ de carros elétricos é a questão ambiental. Esse tipo de veículo traz um grande benefício ao meio ambiente quando estão em uso, já que não causam impacto no consumo de combustíveis fósseis.
Por outro lado, a degradação desses produtos na natureza causa um impacto enorme ao planeta. Quando exportas ao ar livre, as baterias são muito prejudiais ao meio ambiente. O assunto se mantém velado, sem qualquer motadora se posicionar quanto aos depósitos.
Carro eletrico no Brasil
Enquanto o governo não concede incentivos para fomentar a produção nacional, as montadoras também não querem correr o risco de realizar altos investimentos em um panorama de retorno incerto.
Fonte: portaldeprefeitura.








