O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, pode determinar novas prisões políticas após seu discurso contra o “bolsonarismo” no evento da UNE.
Apesar de suas declarações partidárias, Barroso assumirá em outubro a presidência do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), órgão responsável por punir juízes e desembargadores que se manifestam politicamente. O CNJ argumenta que as penalidades visam manter a “moralidade no poder judiciário”.
Essa situação causa certo estranhamento, uma vez que o próprio Barroso tem se posicionado politicamente a favor de Lula. A nomeação para o comando do CNJ, que tem o papel de garantir a imparcialidade e a ética no sistema judiciário, levanta questionamentos sobre a independência de Barroso em relação às suas convicções políticas.
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Fonte: pensandodireita








