O senador Eduardo Girão fez um discurso expressando sua preocupação com a situação política do país e o desânimo da população e reconheceu que o Senado não tem se aproximado das pessoas e destacou uma série de fatos que representam uma degradação de valores sem precedentes na história do país.
Girão mencionou a revolta popular contra a corrupção, destacando a importância da Operação Lava Jato na busca por uma justiça que servisse a todos. No entanto, ele apontou a mudança de rumo quando o STF revisou sua decisão sobre a prisão em segunda instância e libertou Lula.
O senador também mencionou o “inquérito das fake news” instaurado pelo STF, que ele considera uma perseguição política a conservadores. Girão criticou o TSE por beneficiar explicitamente um lado nas eleições de 2022, e mencionou a tentativa de cassação do ex-coordenador da Lava Jato, Deltan Dallagnol, e o projeto de lei da censura. Girão sugeriu duas medidas para reverter a situação: o fim do foro privilegiado e a participação da população na política. Ele ressaltou que o Senado já aprovou o fim do foro privilegiado por unanimidade, mas a Câmara ainda não avançou com o projeto.
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Fonte: pensandodireita








