Plenário do Senado Federal durante sessão deliberativa ordinária semipresencial. Na ordem do dia, o PL 3.523/2019, que facilita localização de doadores de medula e o PL 2.703/2022, que aumenta prazo para microgeradores serem integrados à distribuidora de energia. Também deve ser votado o substitutivo da Câmara dos Deputados ao PL 4.815/2019, que estabelece ações de assistência social, promoção da saúde mental e prevenção do suicídio entre profissionais de segurança pública e defesa social. Da tribuna, senadora Simone Tebet (MDB-MS) faz discurso de despedida. Foto: Roque de Sá/Agência Senado
A Ministra Simone Tebet ficou sem resposta ao ser questionada sobre seu apoio a Lula pelo jovem Bruno Fonseca que a entrevistava com um celular. O rapaz abordou Tebet e questionou o motivo dela ter se unido a Lula, considerando-o um bandido, já que ela se apresentava como uma possível terceira via e se posicionava contra o petista nas eleições de 2022.
Diante da pergunta, Tebet não respondeu e abaixou a cabeça, enquanto seus seguranças afastaram o jovem. Bruno expressou vergonha pela atitude da ministra em apoiar Lula, o que despertou a curiosidade de algumas pessoas próximas que perguntaram por que então ele a apoiava. Em resposta, o jovem afirmou que a apoiava anteriormente, mas se arrependeu, pois agora ela estava apoiando “um bandido como Lula”.
Conforme o jovem era afastado pela multidão, ele gritou à ministra questionando como ela se sentia em apoiar um bandido que, segundo ela mesma relatou, era o chefe do esquema de corrupção do Petrolão. Durante o incidente, os seguranças tentaram tirar o celular do jovem que estava filmando, e uma das assessoras da ministra chegou a tentar jogar o aparelho no chão, proferindo ofensas contra Bruno.
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Fonte: pensandodireita
