A França enfrenta um debate semelhante ao que ocorreu no Brasil, em 2017, com a exposição Queermuseu, patrocinada pelo banco Santander, que teria relação com a pedofilia. Desde a semana passada, o quadro Fuck Abstraction!, da artista suíça Miriam Cahn, vem causando polêmica em uma galeria de Paris.
Os grupos conservadores afirmaram tratar-se de “uma peça de pornografia infantil”. Em abril, contudo, o Tribunal Administrativo de Paris rejeitou os recursos. O Conselho de Estado — uma instância superior — confirmou a decisão.
Depois da polêmica, a autora do quadro minimizou as críticas e disse que a obra “é a representação do estupro como arma de guerra e crime contra a humanidade”.
Fonte: terrabrasilnoticias








