Após sua casa ter sido alvo da Polícia Federal, autorizada por Alexandre de Moraes, e de ter sido intimado pela Polícia Federal a prestar depoimento sobre supostas fraude no sistema de vacinação do Ministério da Saúde, Jair Bolsonaro informou à corporação que não comparecerá à oitiva.
Ele foi um dos alvos da operação Operação Venire e teve seu celular apreendido pela PF, que afirma que o cartão de vacinação de Bolsonaro foi adulterado, assim como os de Michelle e Laura. A corporação investiga se uma suposta adulteração no cartão de vacinação teria o objetivo de garantir a entrada do ex-presidente, de familiares e de auxiliares nos Estados Unidos, burlando a regra de vacinação obrigatória.
“Nunca me foi pedido cartão de vacina em lugar nenhum, não existe adulteração da minha parte. eu não tomei a vacina, ponto final, nunca neguei isso”, disse Bolsonaro.
“O que eu tenho a dizer a vocês? Eu não tomei a vacina. Uma decisão pessoal minha […]. O cartão de vacina da minha esposa também foi fotografado, ela tomou a vacina nos Estados Unidos, da Janssen. E a outra, minha filha, Laura, de 12 anos, não tomou a vacina também, tem laudo médico no tocante isso”, completou.








