O advogado Sinval José Alves acusado de ser o mandante intelectual da morte do sócio José Fernando Cabral de Lima, 51 anos, em 2018 vai a júri popular no dia 18 de outubro. Além dele, outras duas pessoas que simularam o assalto que resultou na morte da vítima, também serão julgados.
O crime ocorreu no dia 3 de abril de 2018 em um escritório de câmbio na Ponta Verde e, segundo as investigações, foi motivado por uma dívida. Sinval teria contratado outros dois acusados, identificados como Irlan Almeida de Jesus e Denisvaldo Bezerra da Silva Filho, para executar José Fernando. Eles também foram presos.
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Crime ocorreu em um escritório de câmbio na Ponta Verde — Foto: Mac Cavalcante/TV Gazeta
Uma testemunha que trabalhava no local disse que os criminosos tiveram acesso ao local porque disseram que entregariam um envelope na casa de câmbio. Eles renderam um funcionário e chegaram até Fernando, pediram dinheiro e fizeram dois disparos que atingiram a cabeça da vítima.
Cinco meses após a prisão, a Justiça negou o pedido de Habeas Corpus do advogado. À época, a defesa de Sinval pediu a substituição da prisão preventiva, decretada no dia 8 de junho, por medidas alternativas, como prisão domiciliar com monitoramento eletrônico.
Durante as investigações, outras três pessoas foram presas: a secretária de Sinval, Marcelle Cristina Silva dos Santos, e o esposo dela, que não teve a identidade divulgada; além de Raimundo Pereira da Silva, que embora não tenha participação direta com o crime, teve reconhecimento do ocorrido e tentou extorquir inicialmente a vítima e, após o óbito, tentou extorquir Sinval José Alves. Todos foram soltos e não serão julgadas na terça-feira.
Fonte: G1








