O Brasil é um dos únicos países do mundo que seguem crescendo em meio a uma crise mundial.
Tivemos uma pandemia recentemente, caso o leitor nem lembre mais disso. Como reação, governadores e prefeitos, com aval supremo, acharam que era “científico” manter todos em casa sem poder trabalhar. O presidente Bolsonaro alertou que isso era um erro e que tínhamos que olhar para a economia também. Mas o outro lado demonizou como insensível tal postura prudente, e repetiu que a economia ficava para depois.
O depois chegou inexorável em sua cronologia. Como resultado, mais inflação e menos emprego. O outro lado, o mesmo do lockdown, passou então a culpar o governo federal por isso, sem sequer mencionar a existência da pandemia – é como se ela nunca tivesse existido. Cada número ruim era responsabilidade de Bolsonaro, e ponto.
Ocorre que, se as mortes durante a pandemia, jogadas na conta do presidente, não foram responsabilidade sua, a recuperação econômica mais forte do Brasil foi, sim, mérito direto do governo. E é daí que vem o desespero da turma que fala em “despiora” e lamenta ter de dar notícias boas sobre nossa economia. Elas, porém, indiferentes aos apelos dos que torcem contra, continuam vindo com toda a força.
Enquanto o FMI prevê um cenário sombrio para a economia global, o Brasil é um dos únicos países com melhora das projeções. A projeção subiu de 0,8% para 1,7%, convergindo com estimativas que o governo tinha. O desemprego, divulgado hoje, recuou para 9,3%, o menos índice desde 2015.
Fonte: FolhaDaPolitica








