O governo Bolsonaro busca uma saída para a alta absurda dos combustíveis e o presidente pediu a sua equipe econômica uma saída para resolver esse terrível problema que afeta todos os setores da população. Apesar de ser um problema causado pelos governos do PT e de Temer que indexaram o preço dos combustíveis ao dólar, quem acaba levando a culpa é o governo atual.
O etanol hoje é inviável, mas se a parte que compete ao governo nos lucros, cerca de 447 bilhões de 2019 a 2021, fosse usado para subsidiar o etanol o valor do litro poderia chegar a uma média de 2 reais.
Por exemplo, usando só 23 bilhões em subsídio e diminuindo o imposto sobre a cana de açúcar, o litro do etanol passaria a 2 reais, segundo um interlocutor do governo que pediu reserva, isso provocaria uma corrida para abastecer álcool e consequentemente a gasolina baixaria por pressão do mercado, além de investir em energia limpa que já tem lei específica para incentivo em biocombustíveis.
O Projeto de Lei 3368/20 que tramita na camara é um dos que obrigaria o uso exclusivo desse tipo de combustível, ele determina que a partir de 2030 os automóveis e utilitários leves fabricados no Brasil ou importados usarão exclusivamente biocombustível, como o etanol. A migração para o novo padrão será gradual, mas se o preço for atrativo essa migração seria quase que imediata.
Isso não ajudaria muito no preço do diesel, mas cerca de 70% dos veículos brasileiros estão aptos a rodar com etanol, seria uma grande saída para a população, taxistas e motoristas de aplicativos, isso tudo sem precisar mudar nada na política de preços da Petrobrás.
O grande problema ainda é a resistência do ministro Paulo Guedes que não gosta de impactar o mercado financeiro e isso já provocou a demissão de vários assistentes de sua equipe, há quase 1 ano chegou ao ministro da economia uma proposta para fazer uma “cama” financeira para prever e equilibrar a alta dos combustíveis, mas Paulo Guedes refutou a ideia por ser cético quanto a o aumento exacerbado do preço do petróleo internacional, o Ministro errou feio e o barril passou de 40 dólares para 117, agora é esperar para ver se a ideia emplaca.
Fonte: terrabrasilnoticias








