O general da reserva Fernando Azevedo e Silva, que foi ministro da Defesa de Bolsonaro, se reuniu na terça-feira (16) com ministros do Tribunal Superior Eleitoral(TSE) para avisar que não poderá assumir o cargo de diretor-geral da corte para o qual ele havia sido convidado. A expectativa era que ele ocupasse a vaga neste mês.
Ele comunicou aos magistrados que fez uma bateria de exames no final do ano passado e início deste que apontou um problema no coração. O blog apurou que pessoas da família dele já tiveram, como a mãe dele, que faleceu muito cedo, e há um temor de assumir essa função e não tratar da saúde.
Agora, os ministros Edson Fachin e Alexandre Moraes, que também são do Supremo Tribunal Federal (STF), vão decidir quem irá tocar o cargo administrativo mais importante da corte eleitoral com a desistência de Azevedo e Silva.
Fonte: TerraBrasilNoticias








