Tivemos seis gestões sem politica de segurança – o que transformou o Brasil no país com
maior taxa de homicídios e com o código penal mais leniente do mundo.
Na prática o país virou um paraíso para a criminalidade. Tanto que mafiosos italianos,
membros dos carteis mexicanos e até punguistas do Peru e da Bolívia vieram em romaria
para o Brasil.
Com a chegada de Bolsonaro ao poder e a flexibilização do uso de armas leves para as
pessoas de bem, as invasões à propriedades no campo caíram 95% e a taxa de homicídios
também teve queda considerável. No 1° ano da gestão Bolsonaro os homicídios caíram de
57.956 para 45.503 – segundo o Atlas da Violência – ao todo foram ‘salvas’ 12.453 vidas.
Nos últimos 15 anos as taxas de homicídios só subiam em todo o país.
Claro que essa queda não é uniforme, depende muito também dos governadores.
No estado do Rio e do Amazonas os homicídios apresentaram alta, mas se pegarmos uma
gestão mais competente, como a do Distrito Federal por exemplo, a queda foi assombrosa,
foi uma queda de 37% na taxa de homicídios.
INDUSTRIA BELICA GERA EMPREGOS E DIVISAS.
Sempre teremos os sociólogos de botequim dizendo que a Industria Bélica atrai ou
estimula a violência, etc.
Pura falácia. Entre os países mais seguros do mundo também estão os maiores
fabricantes de armas: Israel, Áustria, China, EUA, Suécia, Arábia Saudita – todos com
baixíssimos índices de violência urbana.
Paradoxalmente a exceção é os Estados Unidos
bastou o ‘governo ‘pacifista de Joe Biden’ tomar posse e os índices de todo tipo de
violência subiram na América.
Estamos falando de uma indústria que movimenta U$ 1,7 trilhão de dólares por ano. O
Brasil exportou um bilhão de dólares em armamentos em 2020 – ou seja temos menos de
1% do mercado mundial, temos muito a crescer.
Eo Brasil já começa a atrair gigantes do mercado internacional como a DFA (Delfire Fire
Arms) já está se instalando em Anápolis (GO) onde irão fabricar pistolas e rifles da marca
eslovena, Arex. A DFA deve gerar cerca de 200 empregos diretos, com remuneração acima
do mercado, e cerca de 1.000 empregos indiretos – num primeiro momento o investimento
será de cerca de duzentos milhões de reais. Um bálsamo para a economia do município
goiano.
E não para por aí. A gigante austríaca Sig-Sauer também pretende se instalar no país,
assim como a bilionária Caracal, saudita, já procura o melhor estado brasileiro para se
instalar.
Aos poucos o Brasil começa a retomar o interesse pelos serviços de inteligência – algo
fundamental para um país continental que faz fronteira com governos ‘malucos’ como a
Venezuela de Nicolas Maduro ou a Guiana Francesa, vizinha do Amapá, que é controlada
por um inimigo declarado do Brasil, Emmanuel Macron.
Existem fortes indicativos que na região da “Raposa Serra do Sol”, bem na divisa entre
Brasil, Venezuela e Guiana pode haver uma das maiores reservas de petróleo inexploradas
do mundo. No lado venezuelano técnicos e militares russos pesquisam intensamente a
região, muitos apostam que essa região tencionará ainda mais as relações entre Brasil e
Venezuela. Como proteger essa riqueza? Cantando ‘Guantanamera’ de mãos dadas com
nossos hermanos socialistas? Não! Será com inteligência e bases militares bem equipadas
que defenderemos nossa soberania.
O Brasil com sua fartura de água doce, biodiversidade, riqueza mineral e segurança
alimentar, é uma espécie de guloseima que faz as grandes potencias salivarem. Se não
levarmos isso a sério e protegermos nossas riquezas adequadamente, qualquer dias
desses um ‘valentão’, como o próprio Macron, pode querer, literalmente, ‘tirar o doce da
nossa boca’.
Fonte: JornalDaCidadeOnline








