O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, não aderiu à trégua entre os poderes e parece que continua a fustigar o presidente Bolsonaro, as declarações foram dadas em um evento que vai debater os ataques sofridos por autoridades eleitorais na América Latina e as condições propostas por diversos países, inclusive pelo Brasil, para garantir a realização de eleições.
Ao relembrar embates sobre as urnas eletrônicas, mas evitando citar nominalmente o presidente da República, Barroso disse:
“Resistimos a ataques grosseiros e mentirosos. A verdade é que o mal existe. Vencemos com verdade, princípios e trabalho honesto.”
Segundo o ministro, “vivemos um processo histórico complexo diferente daquele que enfrentamos há décadas, em que a erosão da democracia era comandada por generais e comandados. Hoje, é protagonizada por líderes eleitos por voto popular”.
Ainda de acordo com Barroso, tais líderes atingem esse objetivo “concentrando poder no Executivo, desacreditando instituições, cooptando e alijando o Congresso, além de atacar tribunais e instituições eleitorais”.
O ministro também se mostrou “seguro com as eleições de 2022 para uma campanha robusta e digna para a escolha do novo presidente”.
O Ministro participou de um teste teste para saber se as urnas são seguras, a CTP já está na sua sexta edição e tem como palco uma eleição fictícia para se avaliar a segurança das urnas, o que mis intrigou a todos é que o sistema usado para se ter certeza da segurança foi exatamente o que Bolsonaro gostaria de implantar, com a impressão do voto eletrônico, isso deixou alguns moradores com a dúvida de porque não fazer a eleição toda com aquela segurança, na eleição fictícia se usava também uma câmera para constatar se o voto havia sido feito de forma correta, segundo o presidente do TSE, os testes foram um sucesso.
Fonte: TerraBrasilnoticias








