Ao menos 16 voos com origem no Aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP), transportam medicamentos para intubação de pacientes a outros estados brasileiros. Onze deles já partiram na noite de quinta-feira (25) e os cinco restantes ocorrem durante a manhã desta sexta (26). A previsão é distribuir os ‘kits intubação’ para 25 entes da federação.
A companhia responsável pelo transporte foi contratada pela empresa que faz a logística do Ministério da Saúde. Ao todo, serão distribuídos quatro toneladas de sedativos e bloqueadores neuromusculares. O ministério não informou, até esta publicação, por quantos dias essa quantidade é suficiente para abastecer os hospitais.
Os onze voos que ocorreram durante a noite tiveram como destinos 17 estados, além do Distrito Federal:
- Paraná
- Santa Catarina
- Rio Grande do Sul
- Mato Grosso
- Mato Grosso do Sul
- Goiás
- Rondônia
- Rio de Janeiro
- Espírito Santo
- Bahia
- Sergipe
- Pernambuco
- Alagoas
- Paraíba
- Rio Grande do Norte
- Tocantins
- Maranhão
Já nesta manhã, os cinco voos restantes levam os kits para Ceará, Amazonas, Roraima, Pará, Amapá, Piauí e Acre. A previsão é que a última aeronave decole às 9h20.
Para os dois estados restantes, São Paulo e Minas Gerais, o transporte será rodoviária, informou o Ministério da Saúde.
Origem
O Ministério da Saúde afirmou que mais de 2,8 milhões de unidades de medicamentos para intubação foram negociados com laboratórios farmacêuticos nesta semana, mas não detalhou se todo o montante está sendo distribuído por Viracopos.
Uma das empresas é a Cristália, que recebeu uma requisição administrativa do ministério para entregar medicamentos. O termo do acordo foi firmado na segunda-feira (22) e o laboratório se comprometeu a fornecer quantidade suficiente para uma semana.
Já a Eurofarma entregará, segundo o Ministério da Saúde, 212 mil ampolas em todo o território nacional. A União Química também enviará, até 30 de março, 1,4 milhão de unidades de medicamentos.
Da União Química, 165 mil doses já foram enviadas ontem para o transporte. Segundo a pasta, o objetivo é garantir o abastecimento desses medicamentos, tanto para hospitais públicos quanto para hospitais privados, no enfrentamento da pandemia.
Fonte: G1








