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Taxa de ocupação de leitos de UTI para Covid-19 chega a 60% em Alagoas, segundo boletim diário de leitos da Secretaria de Estado da Saúde — Foto: Divulgação/Sesau
A ocupação de leitos de UTI exclusivos para Covid-19 nos hospitais públicos de Alagoas chegou a 60% nessa segunda-feira (8). Essa taxa aumentou 10% em relação à da semana anterior, de acordo com o boletim mais recente do Observatório Alagoano de Políticas Públicas para o Enfrentamento da Covid-19, da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), divulgado nesta terça (9).
No interior, a situação é ainda mais grave que na capital. Enquanto Maceió estava com 53% do total de leitos de Covid-19 ocupados, o interior chegou a 72%, ultrapassando a margem de segurança indicada pelo Subcomitê de Epidemiologia ligado ao Comitê Científico do Consórcio Nordeste.
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Taxa de ocupação de leitos para Covid-19 em Alagoas por município, do dia 8 de fevereiro — Foto: Divulgação/Sesau
Além dos pesquisadores do Observatório, o secretário de Estado da Saúde, Alexandre Ayres, alertou, na última sexta (5), para o aumento no número de internações de pacientes com Covid-19.
“Nas últimas 24 horas, registrados a internação de 42 pacientes em nossa rede hospitalar Covid-19. Isso representa o dobro da média diária dos últimos dias e reforça a necessidade de colaboração da população”, disse o secretário em um post nas redes sociais.
O relatório do Observatório da Ufal apontou uma redução no número de casos e óbitos por Covid-19 no estado na 5ª Semana Epidemiológica de 2021, de 1 a 6 de fevereiro, na comparação com a semana anterior, mas os pesquisadores alertaram que, como essa queda no número contrasta com outros indicadores da pandemia, como ocupação hospitalar e número de casos suspeitos, essa redução pode ter sofrido interferência da defasagem de testagem.
A orientação dos pesquisadores é para que as medidas de controle contra o novo coronavírus sejam reforçadas.
“Assim, recomendamos que as medidas de controle sejam reforçadas para que possamos reverter a atual situação de descontrole que poderá pressionar ainda mais a demanda pelos serviços de saúde. Neste sentido, o uso da máscara, a higienização das mãos e o distanciamento social continuam sendo essenciais”, diz trecho do relatório.
Fonte: G1








