O CSA sentiu novamente o impacto da Covid e perdeu mais uma na Série B. Desta vez, a derrota foi para a Ponte Preta, por 2 a 1, de virada.
Após o jogo, o auxiliar-técnico Márcio Goiano, que comandou a equipe em Campinas, comentou mais um resultado negativo e citou o baque causado pelo novo coronavírus, que infectou 21 atletas, funcionários do clube e também o técnico Eduardo Baptista.
– O CSA foi a equipe que mais sofreu com essa pandemia. Não conseguimos entender de onde veio. Praticamente, geral no clube. Jogamos contra o Guarani, treinamos uma equipe e tivemos que mudar sete atletas. Jogamos contra o Operário, o segundo jogo, os atletas que tinham ficado fora contra o Guarani já chegando em cima da hora, até para completar a relação e, mesmo assim, não foi completa ainda para o jogo de Ponta Grossa. Viemos para o jogo hoje, o Eduardo (Baptista), testou positivo.
Com a segunda derrota no Brasileiro, o Azulão continua no 14ª lugar, com três pontos. O auxiliar-técnico admitiu que a equipe precisa evoluir na sequência do campeonato.
– Foi o terceiro jogo nosso, nós temos dois jogos a menos, temos ciência que precisamos evoluir, nesses dois jogos sofremos um pouco com questões pontuais, fizemos um belo jogo em Ponta Grossa, apesar do resultado, aqui fizemos um bom jogo, dentro da normalidade pelo que estamos passando com essa pandemia.
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Virada da Ponte Preta em cima do CSA — Foto: Álvaro Jr/ PontePress
Márcio Goiano também fez uma projeção para a próxima partida do CSA, marcada para o dia 30 deste mês, no clássico contra o CRB, no Estádio Rei Pelé.
– Agora temos a semana cheia para treinar pro clássico. Terceiro jogo, temos dois jogos a menos e vamos nos recuperar desse baque com essa pandemia no grupo para a sequência do campeonato.
Fonte :GloboEsporte








