Alguns esportes se conectam, como é o caso do futevôlei. Como o próprio nome diz, a modalidade é uma mistura de futebol e vôlei. A diferença é que o jogador não pode usar as mãos para passar a bola.
Artilheiro do CRB no ano, com nove gols, Léo Gamalho teve noite de garçom contra o CSA, quarta, no jogo do título, e revelou que a jogada do gol foi ensaiada, mas dentro da quadra de areia.
– Pouca gente sabe, mas eu e o Igor fizemos várias vezes dupla no futevôlei. Quando ele jogava comigo, ele sempre dizia: “Me deixa na rede ali, confia. Só levanta que eu guardo”. Quando alguém sacava nele, eu tinha que ajeitar a bola para ele, para que ele fizesse o ponto para a gente.
O gol que deu o título do Alagoano ao CRB, após dois anos de jejum, se originou de uma cobrança de escanteio. Diego Torres bateu quase no segundo poste, Léo Gamalho subiu mais alto que a defesa adversária e mandou na cabeça de Igor Cariús, que só teve o trabalho de balançar a rede.
– Essa jogada do gol foi mais ou menos isso aí. Eu vi o cruzamento do Diego e, na hora que subi de cabeça, não iria conseguir mandar para o gol, pois estava longe. Procurei ajeitar a bola e o Igor tava bem posicionado. São aquelas coisas que acontecem. Jogamos várias vezes de dupla no futevôlei e pudemos fazer uma jogada daquelas numa final, num clássico.
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Igor Cariús só teve o trabalho de empurrar para o gol — Foto: Ailton Cruz/GloboEsporte
Fonte: GloboEsporte








