Profissional ou amador, não importa seu o patamar, todos já tiveram um carrasco nos gramados, nas quadras ou no asfalto. Aquele jogador que se destacava e ninguém conseguia pará-lo. Carlos Jatobá, volante do CRB, também teve o seu. E o nome é bem conhecido no cenário nacional: Carlos Alberto.
Aquele mesmo, que se destacou no Fluminense e no Porto, e teve passagens marcantes por clubes da elite do Brasileirão. Para o volante regatiano, nenhum jogador foi tão difícil de marcar quanto o meia.
– O cara mais difícil que já marquei foi o Carlos Alberto, ex-Vasco, no começo da carreira. Jogamos juntos no Figueirense, tínhamos acabado de subir da base. Eu nunca vi um cara esconder tanto a bola. Uma força, uma proteção de bola, que era quase impossível tirar a bola dele. Minha tática para tirar a bola dele era na porrada, pois, se tentasse na bola, ele utilizava o corpo muito bem para se livrar na jogada.
/s.glbimg.com/es/ge/f/original/2016/08/17/carlos.jpg)
Carlos Alberto jogou com Jatobá no Figueirense — Foto: Luiz Henrique/Figueirense FC
Jatobá conquistou a confiança do treinador Marcelo Cabo no CRB e vem se destacando no time principal. Assim como toda a equipe, foi bem contra o Cruzeiro, na vitória por 2 a 0 na Copa do Brasil. Participou diretamente do golaço que deu números finais ao jogo. Pelo Galo, já são 12 jogos. O volante ainda procura o primeiro gol com a camisa regatiana.
Com a paralisação do futebol, o clube liberou seus atletas para ficar em casa, por questão de prevenção e saúde. Jatobá, que tem familiares no estado do Paraná, viajou para Curitiba. Segundo o jogador, a pandemia não se alastrou pela capital paranaense.
– Meus planos iniciais eram de ficar em Maceió, mas como foram adiando os treinos, resolvi vir para Curitiba. Estou aqui com a minha família. A situação por aqui está controlada, o governador até deu uma entrevista dizendo que as coisas estão voltando ao normal aos pouquinhos, com algumas particularidades que têm que ser adotadas mesmo. Temos que tomar cuidado, não podemos relaxar, mas sem muita coisa na cabeça, tem que ter muita positividade para que tudo dê certo.
Fonte:GloboEsporte








