A escalação do CSA contra o Athletico-PR causou um certo estranhamento nos torcedores azulinos. Maranhão, Ricardo Bueno, Cassiano e Alecsandro de primeira, quatro atacantes de ofício no time titular. Essa formação não era o que se esperava quando foi dito que o time seria mais ofensivo. A ausência de um meia de criação deixou a equipe vulnerável no meio-campo.
– Aí a gente acabou colocando o Jonatan Gómez pra ter esse equilíbrio dentro de campo, pra ficar três contra três. Nós só tínhamos dois no meio-campo (Dawhan e Jean Cléber) – disse Argel.
A formação do meio consistiu em Ricardo Bueno, atacante que fez a função de meia, Dawhan e Jean Kléber. Ainda no primeiro tempo, Argel tirou Alecsandro para entrada de Jonatan Gómez, colocando assim mais um homem de meio para fortalecer a marcação.
Mudança que não surtiu efeito, já que Rafinha e Apodi subiam para apoiar no ataque, e Dawhan e Jean Cléber davam cobertura tanto no meio quanto nas laterais.
– Os quatro gols que sofremos foi muito mais falhas coletivas e individuais do que mérito do adversário. Nosso posicionamento estava errado defensivamente. Antes de tomarmos o gol, nós estávamos perdendo no meio campo, então mudamos um pouco a forma de jogar – disse Argel
O Athletico entrou em campo com o time reserva, já que está priorizando a Copa do Brasil e a Libertadores.
Nesta segunda-feira, o dirigente azulino Raimundo Tavares revelou que teve uma conversa com o técnico Argel Fucks. Ele falou que não costumam escalar o time, mas que situações como a do último sábado não podem se repetir.
fonte: GloboEsporte








