Nos últimos cinco anos, o Oscar de melhor direção ficou com um mexicano em quatro oportunidades. E a série tem tudo para seguir em 2019, já que Alfonso Cuarón é o favorito a levar amanhã a estatueta para casa por seu trabalho em “Roma”.
O próprio Cuarón foi o primeiro desta série, com o Oscar em 2013 com “Gravidade”. Nos dois anos seguintes, veio o bicampeonato de Alejandro G. Iñárritu, com “Birdman” e “O Regresso”. O Oscar de 2016 marcou uma quebra na série, com Damien Chazelle sendo premiado por “La La Land”. E Guillermo Del Toro foi eleito melhor diretor na cerimônia do ano passado, por “A Forma da Água”.
Mas por que os latinos viraram os queridinhos da Academia? A resposta, curiosamente, vem com Cuarón voltando ao páreo, indicado por “Roma”, feito pela Netflix. O filme conquistou público e crítica com seu relato inspirado na infância do cineasta, mostrando de forma emotiva a realidade da vida de uma empregada doméstica no México, nos anos 1970. O longa, em preto e branco, acaba sendo um testemunho das desigualdades sociais e raciais na América Latina.
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fonte: Uol








