A família da advogada Tatiane Spitzner, 29 anos, encontrada morta após cair do 4º andar do prédio em que morava em Guarapuava (PR), no último domingo (22), quebrou o silêncio, em entrevista ao “Fantástico”, ontem (29). O pai dela, Jorge Spitzner, com quem a vítima trabalhava no mesmo escritório, revelou que a filha estava decidida sobre o futuro do relacionamento com o marido, Luis Felipe Manvaile, que está preso suspeito de jogar a companheira da sacada do edifício.
“Ela me dizia que ia divorciar, mas que ele (Luis Felipe) não aceitava. ‘Pai, estou conversando, acho que vou conseguir'”, disse Tatiane ao pai, um dia antes de ser achada morta. À irmã, Luana Spitzner, a vítima também já havia reclamado do casamento. “No sábado, ela disse que já queria o divorcio. Disse para ela fazer o que fosse melhor”, aconselhou.
Segundo o advogado da família, Gustavo Scandelari, Tatiane começou a relatar sobre o comportamento abusivo do suspeito. “Ela disse que Luis Felipe tinha um modo opressor de se comportar. Não deixava ela se manifestar. Era agressivo verbalmente”, detalhou Scandelari.








