“O PT de Alagoas resolve em sua executiva autorizar imediatamente as negociações para o retorno ao governo de Renan Filho, com altivez, dignidade e respeito que são devidos ao partido e seu legado, bem como iniciar uma ampla, democrática e responsável discussão sobre alianças visando ao pleito de 2018”.
Embora uma resolução do Partido dos Trabalhadores impeça, em âmbito nacional, acordos com siglas que apoiaram o afastamento de Dilma, alianças regionais estão autorizadas – no momento, PT e PMDBnegociam parcerias em ao menos seis Estados: Alagoas, Ceará, Minas Gerais, Piauí, Sergipe e Paraná. Mas o presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), Rodrigo Pacheco (PMDB-MG), postula candidatura ao governo estadual e se opõe à aliança com os petistas.
O líder do PT na Câmara, Carlos Zarattini (SP), diz que há conversas informais nos estados onde os dois partidos têm boa relação mesmo após o impeachment. No Nordeste, Lula chega a er mais de 50% das intenções de voto. Reposicionamentos eventuais podem acontecer, mas não vai ser um ‘liberou geral’.
Presidente estadual do PT em São Paulo, Marinho disse que uma candidatura do ex-prefeito Fernando Haddad ao Senado depende de convencer o vereador Eduardo Suplicy a disputar uma vaga na Câmara.
De acordo como O Globo, Eunício busca novo mandato no Senado com o apoio do governador do Ceará, Camilo Santana (PT). “Não há nenhum tipo de proibição”, afirmou. A aliança foi selada com as bênçãos de Lula, que nos últimos meses se reaproximou do senador Renan Calheiros (PMDB), pai do governador. “Se você não faz aliança, as pessoas vão para outro lado, aí dificulta muito”, disse. Interessado em sua reeleição e na reeleição de seu filho ao governo alagoano, Renan aproximou-se do discurso da esquerda no plenário e nas redes sociais. “Se ele cometeu algum erro, eu sou da opinião de que todo mundo é inocente até que se prove o contrário”.








