O bilionário financiamento público de campanha proposto na reforma política – pode chegar a R$ 3,6 bilhões – rachou o Congresso sobre a regulação do uso do dinheiro. Líderes defendem que o TSE controle a distribuição com lupa e regras rígidas – mas não apresentam soluções, indicando que o dinheiro do povo cairá na vala comum da gastança partidária sem controle.
“Tudo que aconteceu no Brasil hoje faz com que deva ser redobrada a atenção com eventuais gastos nas campanhas eleitorais. Mas não há acordo, tem muita gente contra”, admite o líder do DEM na Câmara, Efraim Filho (PB).
Mais cauteloso, o líder do PSDB, Ricardo Trípoli (SP), investe na tese de que “não pode ter dinheiro novo, tem que utilizar o que já existe, emendas parlamentares”.
Segundo Trípoli, “o recurso iria para os tribunais regionais, que passariam para os partidos. Teria uma supervisão dos tribunais e, tendo controle, não há dificuldade”.
Carlos Zaratini (SP), líder do PT, defende a tutela do TSE no repasse a conta-gotas para as legendas, com pente-fino na prestação de contas.
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