Tinha tudo para ser uma manhã tranquila de domingo para o eletricista Agnaldo Correia, 40 anos. No entanto, ao descer de um detalhado por uma escada, se desequilibrou e caiu de pé com todo o peso do corpo em cima da perna direita. Um acidente que acabou ocasionando uma fratura exposta e levando-o a necessitar do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que o encaminhou para o Hospital Geral do Estado (HGE).
“No momento em que eu vi minha perna daquele jeito, com o osso para fora do corpo, fiquei muito nervoso, mas consegui me deitar, e esperei parado até a viatura do Samu chegar. E em menos de 15 minutos, depois que ligamos para o número 192, os socorristas chegaram, colocaram o osso da tíbia no lugar, imobilizaram minha perna, e me levaram para o HGE”, relatou Agnaldo Correia.
“Essa foi a primeira vez que precisei dos serviços do Samu e nunca pensei que seria tão bem atendido. Em todo o trajeto da minha casa até ao HGE, os socorristas me medicaram e me tranquilizaram”, disse o eletricista.
Agnaldo Correia continua internado na Unidade de Ortopedia do HGE, esperando para ser liberado após ter passado por duas cirurgias que corrigiram a fratura sofrida na tíbia da perna direita.
Balanço Semestral – Os serviços prestados para o eletricista Agnaldo Correia e para o aposentado José Valdir Novais, foram apenas dois dos 13.759 atendimentos de urgência realizados pelo Samu, durante o primeiro semestre de 2017. Na Central Maceió foram 8.069 casos e em Arapiraca foram registrados 5,690 atendimentos.
Segundo Dárbio Alvim, supervisor do Samu Maceió, o tempo resposta para o atendimento deve ser o mais baixo possível para evitar que o quadro do paciente se agrave. “Para manter esse tempo resposta rápido, o Samu utiliza as motolâncias, que foram solicitadas 342 vez entre os meses de janeiro e junho, onde o socorrista faz o primeiro atendimento, até a chegada da ambulância para fazer o deslocamento dos pacientes até as unidades de referência”, explicou.
O supervisor também falou sobre a atuação do Samu Aeromédico, que nesse primeiro semestre atendeu 77 chamados. “Quando o médico regulador achar necessário que o atendimento seja feito pelo Arcanjo, a aeronave é enviada para fazer o transporte mais rápido e eficiente dos pacientes em estado mais grave”, salientou.








