Quem passa pelas ruas do bairro do Baixão, em Arapiraca, fica impressionado com o ritmo de homens e máquinas trabalhando. Ali será erguido um projeto pioneiro na rede pública estadual que unirá educação, esporte e cultura, fortalecendo ainda mais os laços entre escola e comunidade.
Denominado Centro de Educação Integral (CEI), o espaço que abrange as escolas estaduais Professor José Quintella Cavalcanti, Izaura Antônia de Lisboa (Epial) e Pedro Reis contará com diversos equipamentos esportivos e culturais, a exemplo de pista de atletismo, piscina semiolímpica, campo de futebol society com grama sintética, auditório e concha acústica.
Além disso, o Centro vai dispor de três ginásios, dentre estes, o da Escola Quintella Cavalcanti, que está na fase final da reforma e será um dos mais modernos do Nordeste. O espaço conta com piso emborrachado que amortece o impacto de quedas e cadeiras confortáveis, tecnologia similar à utilizada no Ginásio do Geraldão, em Recife.
Integração e expansão – A ideia do Governo de Alagoas é que o espaço beneficie não só os mais de cinco mil estudantes das três unidades de ensino, mas toda a população arapiraquense.
“Para que tenhamos uma educação de qualidade é importante que a escola se interligue à sociedade, atraindo as famílias e a comunidade em geral de forma que estas fortaleçam o sentimento de pertencimento àquele espaço. Por meio do CEI, teremos as três escolas integradas em uma única e ampla área de convivência que une educação, cultura e esporte e valoriza nossa juventude com uma nova concepção educacional”, avalia o vice-governador e secretário de Estado da Educação, Luciano Barbosa.
A gerente da 5ª Gere, Eliete Rocha, também aponta os benefícios do espaço. “Por meio dessa integração, professores e alunos destas três escolas terão a seus dispor diversos equipamentos que enriquecerão a sua aprendizagem. É um presente para Arapiraca”, diz a gerente.
E esse projeto deve se expandir para o resto do Estado. “Pretendemos fazer um centro em Maceió e mais dois no interior. A ideia é levá-lo para onde houver espaço para construção”, avisa Luciano Barbosa.
Agência Alagoas








