Neste final de semana, a família de Cícero Maximino da Silva Júnior, que morreu com um tiro da Polícia Militar na última sexta-feira (21), esteve em João Pessoa para reconhecer o corpo e encaminhá-lo para o estado. Na oportunidade, os familiares conversaram com a imprensa paraibana e querem a solução mais rápida do caso.
“A única coisa que a gente pede é justiça, ele tinha a vida inteira pela frente, muitos sonhos para serem realizados”, disse a irmã da vítima, Miriane Silva. Cícero se formaria no final no curso de fisioterapia e estava na cidade participando de um encontro e passaria alguns dias na casa de um amigo.
O pai da vítima, também chamado Cícero Maximino, disse que os policiais poderiam ter atirado em outro lugar. “Não precisava matar o menino”, desabafou.
O amigo de Cícero, que pilotava a moto no momento do assassinato, disse não ter visto a operação policial e por isso continuou o trajeto. Além disso, explicou que não teria sacado nenhuma arma e que dentro da mochila estavam apenas celulares e documentos dos dois ocupantes da moto. Segundo o jovem, os policiais não o deixaram chegar próximo ao amigo, no entanto, a assessoria da Polícia Militar afirmou que o jovem que pilotava a moto fugiu do local.
Redação com G1 PB








