O site da UOL publicou uma matéria este final de semana que acusa a secretária de Cultura de Alagoas, Melina Freitas, de ser funcionária fantasma do Diretório Nacional do PMDB. O cargo era de tempo integral com um salário de R$ 7.600 em Brasília de janeiro a julho do ano passado.
A reportagem questiona que durante este período, ela já era secretária de Cultura do Estado e recebia pelo Fundo Partidário, que é distribuído pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aos partidos.
O Estado informou ao site que não controlava o horário da secretária e que não havia impedimento na situação apresentada.
Redação








