O Ministério Público Estadual (MPE) divulgou uma nota de repúdio sobre a decisão do Tribunal de Justiça de Alagoas que colocou em segredo de justiça o processo que inicia nesta quinta-feira (8) dos envolvidos na operação “Taturana”.
No processo que julgará os recursos dos condenados, os desembargadores decretaram que a sessão correrá em segredo de justiça e que posteriormente o resultado será divulgado. O procurador-geral de Justiça, Sérgio Jucá, vai lançar um protesto no início da sessão da 3a Câmara Cível do TJ/AL. “É inadmissível que o povo e a imprensa de Alagoas não possam comparecer para assistir ao verecdito de um caso tão escandaloso que envolve uma dezena de parlamentares”, falou na nota.
O processo da “Operação Taturana”, deflagrada em 2007 e que gerou um rombo aos cofres públicos em torno de R$ 300 milhões, teve como condenados Cícero Almeida, Celso Luiz, Manoel Gomes de Barros, Cícero Amélio, José Júnior de Melo, Edwilson Fábio de Melo Barros, Fernando Gaia Duarte, Marcos Antônio Ferreira Nunes, Antônio Aroldo Cavalcante Loureiro, Cícero Ferro, Arthur Lira, Paulão, Maria José Pereira Viana, João Beltrão Siqueira e José Adalberto Cavalcante Silva.
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